quarta-feira, 17 de maio de 2017

Diário da Música ♪♫: Zé Henrique & Gabriel


Diário da Música ♪♫: Zé Henrique & Gabriel: Zé Henrique & Gabriel são uma das mais importantes duplas de cantores de música sertaneja do Brasil. Têm composições gravadas por artistas consagrados, como Milionário & José Rico, Sérgio Reis, Chico Rey & Paraná, Gian e Giovani, Rick & Renner, Daniel, Rionegro & Solimões, Leonardo, Bruno & Marrone, Zezé Di Camargo & Luciano.

Dupla grava DVD ao lado de ídolos

Em 2016, com 20 anos de carreira e vários sucessos gravados, a dupla Zé Henrique & Gabriel está se preparando para um momento especial.

Na próxima quarta-feira, em Itatiba (a 84 km de SP), os sertanejos gravam o seu quarto DVD. Intitulado "Histórico", o trabalho terá a presença de dez convidados, entre eles grandes nomes do gênero, como as duplas Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Daniel e Paula Fernandes.

"Nós temos dez discos gravados e três DVDs, mas há canções que apresentamos em nossos shows porque marcaram a nossa carreira", conta Zé Henrique.

Ele se lembra de "Instinto Animal", "O que Combina Comigo É Você" e "Morro de Saudade".

Instinto Animal

O que Combina Comigo É Você

Morro de Saudade

Em São Paulo, a dupla ficou entre as mais tocadas das rádios com a faixa "Só a Noite Sabe Dizer".

Só a Noite Sabe Dizer

Em 2017...

Zé Henrique & Gabriel – Você Fez Tudo Certo (Part. Henrique & Juliano)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Os Gonzagas


Dois irmãos, um primo e quatro amigos que se juntaram para fazer aquele bom forró que embalou a infância dos garotos, mas de um jeito todo especial. Com uma pegada jovem, mas sem deixar para lá a essência da música nordestina, é assim que os sete músicos dão vida à banda Os Gonzagas.



Os pessoenses têm entre 21 e 31 anos, mas são também filhos de Itaporanga, berço de grandes talentos musicais. Estrearam nos palcos, em 2007 e desde então não pararam mais. A missão? Tocar para o povo, mas especialmente para o público jovem.



No Espírito Santo, Os Gonzagas foram os campeões do 13º Festival Nacional Forró de Itaúnas (Fenfit), onde também conquistaram o troféu de melhor letra, com a música “Ah, Se Eu Fosse Dois”. No festival, que ocorreu em julho, o grupo disputou entre mais de 20 artistas e bandas de todo o país. Com a vitória, Os Gonzagas se apresentaram no Forro Festival London, na Inglaterra, em março de 2014.


13º Festival Nacional Forró de Itaúnas (Fenfit)/2013



OS GONZAGAS - "AH! SE EU FOSSE VOCÊ"


Apesar da recente formação da banda, os integrantes de Os Gonzagas têm uma história antiga entre eles e com a música. O repertório dos shows é composto por músicas de diferentes estilos, versões de rock e de temas de videogame.


Em 2016, depois que o forró da banda Os Gonzagas contagiou o SuperStar, o Brasil inteiro quis sentir o gostinho do ritmo arretado dos paraibanos. Por isso mesmo que eles foram os convidados especiais do Paraná Junino em Foz do Iguaçu, produzido pela RPC, afiliada da Globo no estado, em parceria com o Sesc Paraná.

"Não sabíamos que a cultura nordestina era tão presente nessa região. Nos sentimos em casa" - Felipe Alcântara, vocalista de Os Gonzagas


O vocalista Felipe Alcantâra contou que todos ficaram muito animados com o convite para animar um "arraiá" tão longe do Nordeste: "A gente está muito feliz por saber que o nosso som ultrapassou várias fronteiras e veio parar aqui no Paraná. Receber esse convite é motivo de muita alegria mesmo. Vocês não tem noção!", comemora.




Especialistas em festa junina, Os Gonzagas aprovaram a versão paranaense do evento típico desta época do ano: "Linda, linda, linda demais a festa! A gente teve até um impacto logo que chegamos, porque não sabíamos que a cultura nordestina era tão presente nessa região. Quando vimos as bandeirinhas , os chapéus de palha, já nos sentimos em casa. Tirando o frio...", brinca.

Confira um trechinho do show de Os Gonzagas no Paraná Junino:


A temperatura, que variou entre 6ºC e 18ºC ao longo do dia, estava mesmo baixa para quem está acostumado com o clima quente da Paraíba. "Lá não faz frio assim, não! A gente já chegou ao aeroporto tremendo. Estamos morrendo de frio, mas o jeito é aquecer no palco, quando o forró entra no salão", garante Felipe.

E a animação do show foi tanta, que Os Gonzagas não veem a hora de repetir a dose: "Queremos que esse seja o primeiro de muitos shows no Paraná. Se Deus quiser, a gente vai começar a vir para cá várias vezes no ano".

A galera do paraná curtiu muito o forró dos paraibanos (Foto: Fernando benega/ RPC)


Ninguém consegue ficar parado com o forró de Os Gonzagas
(Foto: Fernando Benega/RPC)


A banda ficou contente com o convite para o arraiá no Paraná: "Nosso som ultrapassou fronteiras e ultrapassou várias fronteiras e veio parar aqui" (Foto: Fernando Benega/RPC)


Os Gonzagas já querem voltar ao Paraná: "Que seja a primeira de muitas"
(Foto: Fernando Benega/RPC)


Integrantes:
Yuri Gonzaga - Voz e Sanfona
Felipe Alcântara - Voz e Triângulo
Daniel Costa - Voz e Zabumba
Carlos Henrique - Sanfona
Gonzaguinha - Guitarra
Hugo Leonardo - Baixo
Caio Bruno - Bateria

Telefone: (083) 8803 4784
E-mail: contato@osgonzagas.com.br

Origem: João Pessoa/PB (Brasil)



Estilo
Música Nordestina com ênfase no Forró

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FONTE


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Vance Joy



Vaance Joy é um australiano boa-praça que há cinco anos cuidava de jardins. Talvez seguisse como jardineiro se não tivesse investido um dinheirinho num ukulele (espécie de cavaquinho havaiano) e no aluguel de estúdio para gravar "Riptide". O folk-pop simples fez dele astro na Austrália e, descoberto por Taylor Swift, revelação pop mundial. Aos 29 anos chega a SP, para o Lollapalooza.

Riptide

O nome Vance Joy é artístico, inspirado em um personagem do livro "Bliss", de Peter Carrey. É que ele acha seu nome real, James Keogh, muito difícil de se pronunciar. Ele foi jogador de futebol australiano, revelação na liga estadual de Victoria. O jovem indeciso também estudou direito e, como contou ao G1, fiz bico de jardineiro antes de virar cantor.

"Riptide" saiu em 2013 e se tornou a música que mais tempo ficou na parada da Austrália: 123 semanas no top 100 até 2016. Está no disco "Dream your life away" (2014). Taylor Swift se encantou pela música e chamou Vance Joy para a turnê "1989". Assim, ele entrou de vez no radar da mídia musical além da Austrália.


G1 - Refletindo sobre os últimos anos, qual foi o impacto de Taylor Swift na sua carreira?

Vance Joy - Sou muito grato a ela, uma pessoa amável. Eu me diverti muito naquela turnê. Ela me deu a chance de tocar para um milhão de pessoas. Abriu as portas para um público enorme, eu tive muita sorte. Impactei pessoas que talvez jamais me veriam, pois o público dela é diferente do meu.

G1 - Você conversava com ela sobre a carreira na música?

Vance Joy - Ela foi muito elogiosa e compreensiva. Mas não eram conselhos, e sim exemplos. Eu ficava observando ela, com tanto sucesso, e mesmo assim tinha todo o tempo para falar comigo e com todo mundo, era generosa. Tomei isso como um exemplo de alguém que trabalha bem, e aprendi com isso.

G1 - Fazendo os shows de abertura, o que aprendeu sobre tocar para um público que não saiu só para ver você? Pretende usar esses truques no Lollapalooza?


Vance Joy - Para tocar para tanta gente, você tem que olhar diretamente para as pessoas e se conectar com elas. Ter uma energia aberta. Quando você toca com paixão de verdade, as pessoas conseguem sentir que você está presente. Elas percebem muito rápido se você canta as músicas com convicção. Só assim você consegue conquistar as pessoas.

G1 - O folk pop que você toca é associado ao “cara legal”? Você se sente preso neste estereótipo?

Vance Joy - Acho que sim. Talvez, se eu estivesse no Metallica, as pessoas não esperariam que eu fosse um cara gentil. Mas eu estava vendo aquele documentário [“Some kind of monster”], e o Kirk Hammett é o cara mais doce do mundo. Então acho que não importa a música que você toca, mas a maneira que você toca as músicas. Dá para ver: uau, esse cara está fazendo o que ele ama.


View image on Twitter
(Vance Joy mostrou foto com Taylor Swift e Shawn Mendes no Twitter em novembro de 2015)


G1 - Você é fã de Metallica?


Vance Joy - Sim, eu cresci amando Metallica. O filme faz um retrato muito bom das personalidades deles, é muito interessante para ver como funciona uma banda. É legal ver o que eles passaram, acho que toda banda no mundo se identifica. A dificuldade no estúdio, sentir que você não está chegando a nenhum lugar e forçando. Eu amei esse filme, ele renovou meu interesse por eles.


G1 - Você sabe que eles também estarão no festival?


Vance Joy - Sim, ótimo, eu quero muito vê-los tocarem. Sei que o público fica maluco.


G1 - Eu estava vendo um site com cifras de ukulele e “Riptide” é a quarta música mais acessada de todas lá. Como foi gravar uma música que virou uma referência tão grande para um instrumento?


Vance Joy - Eu comprei o ukulele um dia antes de gravar “Riptide”. Mas acabou que eu não comprei o melhor possível, o mais caro. Achei um de 300 dólares e levei para o estúdio. Acho que o mais importante é achar o seu jeito de tocar. Não tem que ser melhor que todo mundo. Se tiver seu estilo, as pessoas vão aceitar. Aí você vai aperfeiçoando e vai conseguir causar uma boa impressão.


G1 - Ainda tem este primeiro ukulele? Ele vai estar no Brasil?


Vance Joy - Sim (risos), ele vai viajar. Ainda uso quando vou tocar “Riptide”.


G1 - Essa é a música que mais tempo ficou na história da parada australiana. Você já se cansou de ouvir?


Vance Joy - Eu não ouço muito no rádio, não é que ela toque seguido, o tempo todo. Eu não fiquei cansado de ouvir. Na verdade, eu fico empolgado quando ouço uma música minha no rádio até hoje, parece algo especial. Não é que todas as músicas que tocam na Austrália são minhas.
Vance Joy (Foto: Divulgação / Instagram do cantor)

G1 - Na época, imaginou que essa música chegaria tão longe?

Vance Joy - Não sabia onde iria. Não tinha um limite. Eu marquei o estúdio para tocar por metade de um dia, só queria fazer um bom trabalho. Passei o dia lá e acabei saindo às 22h, sabendo que teria que acordar às 5h para trabalhar. Eu estava tão cansado, que cheguei em casa e capotei. Me lembro de acordar para trabalhar na manhã seguinte, foi difícil. Não sabia o que ia acontecer. Mas eu sabia que se eu gravasse algo bom, alguma coisa diferente poderia acontecer.



G1 - Qual era o seu trabalho?

Vance Joy - Eu estava trabalhando como jardineiro, era subcontratado por uma empresa. Eu estava morto.

G1 - E agora, depois do sucesso, você já pensa em um segundo álbum? Como ele será?

Vance Joy - Sim, estou compondo e gravando coisas. Espero que neste ano ainda eu consiga lançar algo. Acho que será parecido com o primeiro. Podem ter ritmos e instrumentos diferentes, mas a base das composições é a mesma.

G1 - Se em vez de virar músico, você seguisse seu estudo em direito, virasse um advogado e pudesse processar qualquer pessoa, quem seria?

Vance Joy - Se eu fosse realmente rico eu acho que eu pensaria em ir atrás do Donald Trump. Acho que se eu tivesse a chance de ser protegido, para que ele não prejudicasse a mim e minha família, eu acho que tentaria interromper o mal que ele tem feito a outras pessoas.



FONTE

http://g1.globo.com/musica/lollapalooza/2017/noticia/vance-joy-ex-jardineiro-revelado-por-taylor-swift-conta-como-hit-riptide-mudou-sua-vida.ghtml

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Diário da Música ♪♫: João Lucas e Walter Filho



Diário da Música ♪♫: João Lucas e Walter Filho -  Com nova proposta e um repertório mais animado, a dupla sul-mato-grossense João Lucas e Walter Filho volta com tudo para o cenário da música sertaneja. Comemorando 10 anos de carreira, eles acabam de lançar uma música que já está tocando em todas as rádios do País.

"Sofrência que nada" é o novo sucesso, lançado também em todas as plataformas digitais, e já atingiu mais de 200 mil visualizações no Youtube com o clipe gravado em uma casa noturna sertaneja de Campo Grande.

Sofrência que nada

A carreira ganhou força extra com suporte da Artista Web, empresa responsável pela gestão e marketing de cantores e duplas sertanejas.

Dupla tem shows agendados pelo interior e fora do MS. (Foto: Rodrigo Pazinato)

A canção que tem destaque no novo CD "Baqueado" também já conquistou o público nas redes sociais e a dupla promete fazer um show envolvente no estilo bruto e rústico, mas com uma pegada mais animada nesta nova fase. 


"Depois de um tempo fora dos palcos, eles voltam com tudo e com estrutura de shows nacionais, cenário novo e novidade nos arranjos", explica Samuel Moretto, diretor da Artistas Web, já com 10 anos também de atuação no ramo.

Nesta caminhada, a dupla tem suporte do empresário Fábio Juliani.


João Lucas e Walter Filho já tocavam juntos, mas estouraram pela primeira vez em 2010, com canção "Abstrata", carregando na bagagem o reconhecimento pela voz grave de Walter e o agudo de João.

Abstrata

"É um momento muito especial na nossa carreira. De lá para cá, a música mudou muito e esse é o momento que a gente quis trabalhar novos instrumentos, mas sem deixar de lado a tradicional viola tocada por Walter", comenta João Lucas.

A dupla se conheceu em Campo Grande quando João viu Walter tocando ao lado de amigos. "Foi em um barzinho da cidade. Ali nasceu uma amizade e parceria para vida toda. Na época, eu era entregador de pizza e no dia da minha folga fui convidado por amigo para ouvir moda de viola. Foi lá que encontrei Walter. Depois de um tempo, nós decidimos começar a tocar juntos graças ao apoio de grandes amigos", recorda João.

João Lucas e Walter Filho reúnem características que remetem a grandes nomes da música sertaneja raiz, como Tião Carreiro e Pardinho, Ronaldo Viola e João Carvalho, Goiano e Paranaense.

O primeiro disco, “Viola Sagrada”, foi lançado em 2007.


Em 2009 veio o projeto “Ao Vivo em Campo Grande”, que emplacou canções como “Abstrata”, “Os dias vão” e “Surreal”.

Os dias vão

Surreal

Em 2012, eles lançaram o disco “Tiro Certo”, que deu à dupla sucessos como “V8 chegou”, “Transa Mágica”, “Isso é paixão” e “Dá pra nóis ninguém qué”. O disco contou com a participação de João Carreiro e Capataz, Henrique e Diego, Guilherme e Santiago. 

V8 chegou

Transa Mágica

Isso é paixão

Dá pra nóis ninguém qué

“Simprão de Tudo”, outro disco dos dois, chegou em 2013.


Em 2017 o lançamento do CD "Baqueado" está previsto para ser ocorrer em Campo Grande no mês que vem. A dupla já está com shows marcados para os dias 05 de Maio em Irapuru/SP, dia 6 em Terenos, dia 8 em Rio Negro e dia 11 em São Gabriel do Oeste.

Quer acompanhar a carreira de João Lucas e Walter Filho? Basta seguir a dupla no Facebook e Instagram, pode acompanhar também no site da dupla www.joaolucasewalterfilho.com.br.


"Prefeitura de Jateí/MS prepara tradicional Festa do Milho"


A Prefeitura de Jateí prepara para o dia 27 de maio,, a partir das 19 horas, a 13ª Festa do Milho. Tradição no município, a Festa oferece variados pratos à base de milho, como pamonha, cural, bolos, canjica, milho cozido e assado, sopa paraguaia; dentre muitos outros pratos regionais. A Festa será realizada no Parque da Fogueira",  e contará com a participação da dupla João Lucas e Walter Filho. entrada é franca.





Cartaz de divulgação — em Jateí

O telefone para shows é (67) 99940-6888 ou 3043-4444.


FONTE

https://www.campograndenews.com.br/lado-b/artes-23-08-2011-08/joao-lucas-e-walter-filho-festejam-10-anos-de-carreira-com-musica-nova

http://joaolucasewalterfilho.com.br/