quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Dino Rocha


Aos 56 anos de carreira, Dino Rocha é o homem forte da música sul-mato-grossense.

Dino ao lado da Sanfona que tem mais de 40 anos e foi comprada em Minas Gerais (Foto: Alcides Neto)

Aos 9 anos de idade, Dino Rocha decidiu tocar acordeon. O desejo repentino, impossível de ser controlado tornou-se parte essencial da sua história, de um artista que conseguiu trabalhar exatos 56 anos de carreira exclusivamente de música. Caçula de dez filhos e autodidata, Roaldo, como está na certidão de nascimento, se interessou pelo instrumento quando descobriu a morte precoce do sanfoneiro da família. Dali em diante, homenageou sem parar o irmão que tinha partido.

“Eu vi meu irmão, vi ele fardado duas vezes, com a mão atrás da cabeça, dando uma risadinha, quando eu olho, que eu fixo o olhar, ele não está mais ali. Ele tocava sanfona, eu acredito que eu vi meu irmão, duas vezes, ele não falou nada, mas me olhava como se dissesse que eu estava tocando errado”, conta, um emocionado Dino Rocha.


Dino se emociona ao falar de Gaivota Pantaneira, maior sucesso da carreira (Foto: Alcides Neto)


As mãos repousam na companheira de tantos anos (Foto: Alcides Neto)

Natural de Jutí, interior de Mato Grosso do Sul, o músico cresceu afastado de qualquer instrumento. Mais novo de todos os dez irmãos, só descobriu o desejo de tocar sanfona no dia que o irmão faleceu. Um acidente no quartel de Ponta Porã levou precocemente o representante musical da família. O jeito foi homenagear quem partiu. “Eu comecei a tocar com nove anos de idade. Nem sanfona eu conhecia, no mato. Meu irmão faleceu e me deu aquela vontade de tocar a sanfona. Me arrumaram uma de oito baixos, que me deram e eu já toquei. A gente falando assim parece até esquisito”, ri.


Autodidata, Dino nunca teve aula do instrumento. Com mãe alemã e pai filho de gaúcho com argentina, Dino aprendeu todas as músicas ouvindo e reproduzindo o que escutava nas redondezas de casa. Com a morte do irmão, a família se mudou para Ponta Porã, lá na fronteira com o Paraguai, o dom cresceu. “Em trinta dias eu não queria mais a sanfona porque era muito pequena. Arrumaram uma maior, de 48 baixos. Mudamos para Ponta Porã quando eu tinha 12 anos. Um ano depois eu já tocava em baile, tinha um conjunto em Pedro Juan Cabaleiro”, relembra.

Na necessidade, o jeito foi investir no que sabia fazer de melhor. Apaixonado por chamamé, “quanto mais eu conheço, mais gosto”, Dino viajou o País inteiro mostrando o som fronteiriço, de quem aprende cedo o quanto as influências da Argentina, Paraguai e Bolívia são essenciais para a nossa identidade. “Toquei, viajava, tinha 15, 16 anos. Eu, minha sanfona e minha malinha de roupa. Quando foi em 1972 vim para Campo grande. Deus que orienta, o que eu ia fazer naquele tempo em Ponta Porã. Nem rádio tinha. A rádio era no Paraguai”, conta.

Hoje, aos 65 anos, Dino relembra que chegou com o nome de batismo na Capital. Foi Zacarias Mourão que o recebeu de braços abertos e um apelido. “Cheguei aqui na época e tinha uma dupla famosa, Amambai e Amambaí. Eu não tinha um nome artístico, o saudoso, poeta, Zacarias Mourão, ele que me apelidou de Dino Rocha e levou a gente para São Paulo”, diz.


Dino toca um chamamé ao lado do músico e amigo Ado (Foto: Alcides Neto)

Com mais de 100 composições instrumentais autorais, Dino Rocha acredita que o processo de criação é espontâneo. “Eu gravei um disco antigamente era LP, com Amambai e Amambaí. Foi nosso primeiro disco, eu tremia mais que vara verde, nunca tinha visto um estúdio e nesse disco eu gravei Gaivota Pantaneira. Em 1973 para 2016 fez 43 anos, mas parece que eu gravei ela ontem”, conta.

O grande sucesso da carreira fez fama por causa da novela Pantanal, lançada em 1990. “Gaivota tocou em Pantanal, fiz três participações com Sérgio Reis e Almir Sater. Eu gravei mais 30 discos, entre CD e LP. Faz tempo que eu dei uma relaxada, mas essa semana eu vou começar a gravar aqui. Um disco novo e instrumental”, comenta.

Ao lado de outros músicos, como Paulo Simões e Guilherme Rondon, Dino Rocha integra ainda o Chalana de Prata, grupo que toca grandes canções da história de Mato Grosso do Sul. “Gravei, fui para São Paulo, gravei com os Filhos de Goiás, dez anos, três discos. Eu 1993 eu gravei o primeiro CD. Tem vários discos com o Chalana de Prata. O Celito trabalha na comunicação, o Paulinho não para vai para São Paulo, viajando. O Guilherme vive no Pantanal, eu toco aqui, ali, aniversário, casamento, disquite. De vez em quando que nós se junta e faz o Chalana de Prata.


Com mais de 100 composições, Dino é ícone do Chamamé no mundo (Foto: Alcides Neto)

Nem mesmo todo o conhecimento que adquiriu fez com que Dino Rocha deixasse de amar o chamamé. “É o que eu sei e o que eu mais gosto. Fiz uma turnê para o Sesc do Rio de Janeiro, 105 shows, do Brasil inteiro, de Manaus, a Acre e Rio Grande do Sul, só chamamé. O ano passado eu fui fazer um show na Bahia, festival de acordeon, tinha italiano, português, australiano, o criador de Esperando na Janela, Targino Gondim que organizou. A apresentação foi no teatro cheio, eu representei Mato Grosso do Sul, toquei uma música e antes de tocar a segunda, uma galera na plateia gritou Gaivota Pantaneira. Rapaz, aquilo me mexeu”, relembra.

Juntos, o auditório inteiro reproduziu a canção. “A criação deles não era me chamar de sanfoneiro, mas sim de mestre”, diz, surpreso.


Para quem tocou ao lado de Dominguinhos e sempre defendeu o chamamé, a vida tem sido uma recompensa. “90% das minhas canções fui eu que fiz. A primeira foi em 72, fui criando, inventando”, diz.

Segundo o instrumentista, hoje, o que mais tem são pessoas que nem sequer afinam o violão direito, mas se dizem músicos. “Antigamente era um sacrifício entrar na televisão, hoje é bem mais fácil. Eu não tinha conhecimento, nunca fiz nada além da música, nunca ganhei dez cruzeiros de falar fui trabalhar um dia e ganhei dez contos. Só música, depois que eu comecei a gravar e entender as coisas, foi com ela que eu criei meus três filhos, bem ou mal, foi só da sanfona, essa sanfona tem mais de 40 anos que eu tenho ela, comprei em 1976 lá em Minas Gerais”, frisa.

Com uma carreira tão extensa, Dino nem pensa em parar. "A gente cansa, mas não enjoa". Sobre o título de maior chamamezeiro do País, o artista nem rejeita o agrado. "Eu fico quieto quando dizem, porque se você pensar bem não tem outro. Já tiveram antes de mim, como o grande Zé Correia, mas hoje não sei mais", reflete.


FONTE

https://www.campograndenews.com.br/lado-b/artes-23-08-2011-08/aos-56-anos-de-carreira-dino-rocha-e-o-homem-forte-da-musica-sul-mato-grossense

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Dez músicas sobre política no Brasil

"Amigos costuma ter
no partido do governo,
Mas em tempos de eleição
Decide mostrar-se contra

e outros amigos encontra
Nas hostes da oposição.
Por motivo semelhante,

quando esperam que ele jante
Em casa de um ministro

ou que compareça ao banquete
de alguém que esteja em manchete,
Ele come num bistrô.”

T. S. Eliot

A música brasileira, assim como sua gente, é mista e abarca uma variedade de gêneros. Dos mais diferentes tipos, passando por inúmeros trejeitos, atravessando gerações e ritmos, os compositores da terra tematizaram sobre política, de maneira crítica, panfletária, indignada ou persuasiva. O que também traz à tona outra característica rica e importante, fundamental, tanto para a música quanto para a política: a diversidade de opiniões que compõe uma democracia. Eleja o seu candidato preferido, eles desfilam com seus galardões. Noel Rosa, Cazuza, Adoniran Barbosa, Lobão, Raul Seixas, Nássara, João do Vale, Renato Russo, Arlindo Marques apresentam propostas.

Onde está a honestidade? (1933) – Noel Rosa


Logo na primeira metade da década de 1930, a música brasileira versava sobre política. E o título da canção era justamente “Onde está a honestidade?”, um samba de Noel Rosa lançado pelo próprio. Século depois, e a música continua atual, o que prova não apenas o poder de captura e síntese de Noel Rosa, como a percepção de que a crônica dos costumes nacionais não se alterou de maneira dramática dali pra cá. Ou talvez seja esse o drama. A letra não poderia ser mais precisa: “Você tem palacete reluzente/Tem joias e criados à vontade/Sem ter nenhuma herança nem parente/Só anda de automóvel na cidade/E o povo já pergunta com maldade:/‘Onde está a honestidade?’”.

A menina presidência (1937) – Nássara e Cristóvão Alencar


Em 1937, não se aventava a possibilidade de uma mulher governar o Brasil, ainda assim o gênero feminino se via presente na marchinha composta por Nássara e Cristóvão Alencar, lançada por Silvio Caldas na companhia da Orquestra Odeon. O título “A menina presidência”, era referência à disputa entre três homens ao cargo: Armando Salles de Oliveira, chamado de “seu Manduca” na letra, Oswaldo Aranha, tratado por “seu Vavá”, e Getúlio Vargas, o vencedor, na ocasião, referido como “seu Gegê”, que desejavam essa vitória como a uma mulher. A marchinha tornou-se vencedora de um concurso promovido pelo jornal “A Noite”, intitulado “Quem Será o Homem?”.

Se eu fosse Getúlio (1954) – Arlindo Marques Jr. e Roberto Roberti


Em 1954 a palavra “mamata” já estava tão impregnava no dia a dia dos brasileiros, e da política do país, que foi parar, com justiça, numa marchinha de Arlindo Marques Jr. e Roberto Roberti, que dá boa medida dos feitos de nossos representantes quando ocupam cargos públicos. “Se eu fosse Getúlio”, dava dicas ao ditador sobre como solucionar os graves problemas sociais e econômicos que assolavam a nação. Cheia de ironia e cinismo, a receita era aparentemente simples, questão de colocar os doutores e funcionários públicos para trabalhar. “Mandava muita loura/Plantar cenoura/E muito bonitão/Plantar feijão/E essa gente da mamata/Eu mandava plantar batata”.

“Sina de Caboclo” - João do Vale com J. B. de Aquino



Dez anos depois do suicídio de Getúlio Vargas o Brasil saía de uma ditadura e entrava em outra. Logo no primeiro ano do período de chumbo que transcorreu no país de 1964 a 1985, o compositor João do Vale lançou no espetáculo “Opinião”, de Paulo Pontes, Ferreira Gullar, Armando Costa e Oduvaldo Viana Filho, dirigido por Augusto Boal, em que contracenava com Nara Leão e Zé Kéti, a música “Sina de Caboclo”, parceria com J. B. de Aquino. Nela, os compositores se rebelam contra a exploração dos patrões ao trabalhador rural. Gravada por Nara Leão no mesmo ano, a canção apresenta, logo no início versos de força e resistência: “Mas plantar pra dividir/Não faço mais isso, não”.

Despejo na favela (1969) – Adoniran Barbosa


Não é por falta de mérito que Adoniran Barbosa é tido e havido como cronista. Além de capturar o sotaque e a prosódia específica da população paulista descendente da colônia italiana que aportou no Brasil, e da qual fazia parte, o compositor se sensibiliza com as questões mais rotineiras e diárias vividas pela população, das trágicas às cômicas, sempre com um toque de incentivo. “Despejo na favela”, de 1969, foi lançada pelo sambista Nerino Silva no compacto do V e último “Festival da Música Popular Brasileira” produzido pela TV Record. No samba, fica clara a maneira desonesta e intolerante com que os políticos brasileiros comandam as remoções dos moradores mais pobres. Em 1980, foi regravada por Adoniran em parceria com Gonzaguinha.

Inútil (1985) – Roger Moreira


Com a abertura para a democracia na política brasileira a música também se abriu para um novo ritmo, a princípio estrangeiro, mas temperado com o estilo tupiniquim de se comunicar. O rock nacional dos anos 1980 apresentou bandas e compositores com diferentes embalagens e conteúdos. Em São Paulo, um dos maiores destaques foi o “Ultraje a Rigor”, liderado pelo vocalista Roger Moreira, autor da emblemática canção “Inútil”. Além de fazer troça com a forma oral de se expressar, ignorando os plurais, ainda lançava ácidas críticas à capacidade dos brasileiros de definir os próprios destinos. “A gente não sabemos escolher presidente/a gente não sabemos tomar conta da gente”.

“Que País É Este?”. Legião Urbana


1987 foi um ano profícuo de canções com referência à política brasileira. Nenhuma delas elogiosa. Um dos que estendeu a bandeira com maior propriedade e relevância foi o compositor e vocalista da banda “Legião Urbana”, Renato Russo. O protesto tornou-se tão simbólico que é hoje praticamente um ditado popular: “Que País É Este?”. A música aborda de forma direta e narrativa episódios de corrupção e violência na política brasileira, e ainda chama a responsabilidade a todos, antes de chegar ao início do processo que teria se dado logo na “apropriação” do país pelos portugueses, quando o autor clama aos que aqui estiveram primeiro. “Quando vendermos todas as almas/Dos nossos índios num leilão”.

Cowboy Fora Da Lei (1987) – Raul Seixas e Cláudio Roberto


Raul Seixas é um artista iminentemente político, talvez por esse poder de transformação associado à sua figura tenha permanecido com tanta força como uma figura popular e lendária. Depois de lançar vivas e efetivamente fundar os preceitos de uma “Sociedade Alternativa”, além de pregar ensinamentos cósmicos e de rebeldia, o “Maluco Beleza” lançou, em 1987, as suas considerações sobre assumir um cargo público. “Cowboy Fora Da Lei”, parceria com Cláudio Roberto, debocha, logo no início, da forma arcaica e coronelista que fundou grande parte da nossa política. “Mamãe não quero ser prefeito/Pode ser que eu seja eleito/E alguém pode querer me assassinar”.

Panamericana [Sob o sol de Parador] (1989) – Lobão, Arnaldo Brandão e Tavinho Paes


Em 1989 o compositor Lobão dispara para todos os lados no desabafo contra as maneiras truculentas e com uso da violência de se fazer política na América Latina. Na canção “Panamericana [Sob o sol de Parador]”, parceria com Arnaldo Brandão e Tavinho Paes não se alivia a barra para “os ditadores do Partido Colorado”, “os guerrilheiros de Farrabundo Marti”, “os assassinos dos índios brasileiros” ou os “fuzileiros do M – 19”, entre outros citados nominalmente ao longo da letra, que ainda conta com lembrança à histórica frase atribuída ao revolucionário Che Guevara: “Hay que endurecer, pero sin perder la ternura”. Lobão endurece com um rock de batida potente e ágil.

Brasil (1988) – Cazuza e George Israel


Bem ao estilo de Cazuza, a música “Brasil”, parceria com George Israel, apresenta versos tão sintéticos quanto rascantes, um verdadeiro nocaute poético aos que se apoderavam do país em benefício próprio. “Brasil, mostra a tua cara!/Quero ver quem paga/Pra gente ficar assim!/Brasil, qual é o teu negócio?/O nome do teu sócio?/Confia em mim”. Após enumerar uma série de abusos e privações sofridas pela população brasileira, Cazuza deixa claro que o protesto e a indignação são, na verdade, uma declaração de amor. Lançada pelo compositor em seu álbum “Ideologia”, de 1988, foi regravada por Gal Costa no mesmo ano e virou tema de abertura da novela “Vale Tudo”.


FONTE

http://www.esquinamusical.com.br/10-musicas-sobre-politica-no-brasil/

domingo, 27 de novembro de 2016

Rafael & Rondinelli


A dupla Rafael & Rondinelli lançou em seu canal oficial no Youtube, o clipe da música “Onde o Amor Tem Preço”. O clipe conta com a direção de Thiago Matarazzo e a produção de Márcio Rodrigues, já a composição da música é de Flavinho Tinto, Nando Marx e Douglas Melo.

A temática da canção ilustra uma história do peão que encontra os patrões indo para a casa onde o amor tem preço e é convidado por eles para ir também. Lá, enquanto a música roda, a história vai mostrando a dupla (patrões) e o peão em momentos de muito prazer com belas mulheres, bebidas finas à vontade e sorte no jogo de cartas. Ao final, a cena volta ao início do clipe, no encontro dos patrões com o peão, que está dormindo no serviço e sonhando com tudo o que foi mostrado no vídeo. De quebra, o peão ainda leva uma bronca para ir trabalhar. São cenas bem dirigidas, enredo bem elaborado e lindas mulheres, além da vibração da música, um rasqueado com boa harmonia e interpretação perfeita de Rafael & Rondinelli.


A dupla é da cidade goiana de Jataí e se tornou coqueluche das baladas goianienses, lotando todas as boates onde canta. O clipe tem direção de Thiago Matarazzo e produção de Márcio Rodrigues. Onde o Amor tem Preço foi composta por Flávio Tinto, Nando Marquez e Douglas Melo.


DADOS PARA CONTATO
Telefone: 61-81444040
Site: http://www.rafaelerondinelli.com.br/
Email: wone@wone.com.br


Dupla Rafael e Rondinelli da cidade de Jataí-GO Contatos pelos fones: 64- 9958-7302 http://www.rafaelerondinelli.com.br 


INFLUÊNCIAS
Peão Carreiro & Zé Paulo, Tião Carrero e Pardinho, Jads e Jadson, Edson e Hudson, Bruno e Marrone, Jads e Jadson, Breno Reis e Marco Viola.





FONTE

http://rafaelerondinelli.com.br/

http://www.garagemmp3.com.br/rafael-e-rondinelli

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Rodrigo Lessa e Miguel


Dupla formada por um médico ortopedista (ainda em atividade) e por um ex-estudante de medicina, que não concluiu a faculdade justamente para cuidar da carreira. Rodrigo Lessa (ortopedista) e Miguel se conheceram e passaram a cantar juntos na antevéspera do Natal de 2013, após serem apresentados por um amigo em comum.


De Minas Gerais, os rapazes já tiveram outros parceiros, mas o gosto pela música e pela medicina os uniu mais do que qualquer outra parceria.

O que um médico e um ex-estudante de medicina têm em comum? Certo, a primeira resposta seria bastante óbvia: A medicina! Mas não é só isso, eles tem a música, a amizade e muitos sonhos a serem realizados! Já conhecidos por compartilharem talento nas festas da faculdade de medicina, hospitais e centros cirúrgicos de São Paulo e Minas Gerais, eles agora apresentam ‘Trato é Trato’, o primeiro single da dupla.

“É um dia feliz! Não temos palavras para descrever o que sentimos neste momento. Quando contávamos aos nossos amigos e parceiros de profissão que gostaríamos de seguir a carreira artística, nos chamavam de doidos! Pois é, agora está aí, é uma realidade!”, diz Rodrigo Lessa.


Dudu Paixão, Felipe Oliveira e Caio Fratucello assinam a composição. Produzida por Allan Arcanjo, ‘Trato é Trato’ conta a história de um fim de um relacionamento em que uma das partes não cumpre o combinado, o que leva o parceiro a dor e ao sofrimento. “Ela tem um papo bem atual, é romântica e dançante. Allan acertou nos arranjos. Ficamos imensamente felizes em trazer ao mercado esta canção que, para nós, significa muito. É o início da realização um sonho”, diz Miguel.


‘Trato é Trato’ também se transformou em lyric clipe, que pode ser conferido abaixo:

A canção A Culpa é Sua, composição do casal Amanda Borges e Sassinhora Jr. faz parte do CD “Domador de coração”. O clipe de “A culpa é sua” pode ser conferido abaixo.


sábado, 12 de novembro de 2016

Um44k


A dupla Um44k é formada pelo Luan Otten (Marollie), Saulo Poncio.


Em "Nada Mais" a dupla conta com a participação de Jonathan Couto do P9; e de Sarah Poncio.





A música ‘’Melhor Assim’’ foi escrita por eles e gravado pela Ludmilla e Biel, eles também tem uma música com o Ari, da Cone Crew.



FONTE

https://www.facebook.com/luanotten/

https://www.facebook.com/um44k/

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Matheus e Kauan



A história da música na vida da dupla Matheus e Kauan começou oficialmente em 2011, quando foram apresentados no palco principal do Festival Caldas Country tocando músicas autorais e o tema da festa composto pela dupla especialmente para o evento.

Mas os irmãos nascidos na cidade de Itapuranga, interior de Goiás, conheceram o gosto de cantar muito cedo. Kauan o primogênito da família, com apenas cinco anos, chamava a atenção e emocionava a todos na igreja que frequentava, quando cantava junto com seu pai a canção “Soldado Ferido”.


Com esse dom para cantar sua mãe – Sirlene Aleixo- decidiu levá-lo para participar de festivais de música na cidade e na região. Passavam os anos, e o resultado dos festivais sempre era o primeiro lugar para orgulho da família. Matheus era apenas um bebe de três anos, mas já observava o irmão cantando em casa o tempo todo.

Nessa época o pai da dupla veio a falecer, abalando a estrutura familiar, mas os unindo ainda mais para o sonho da música prevalecer. Foi quando a mãe decidiu juntar suas economias para o filho Kauan na época com 10 anos, gravar um CD com quatro faixas só de músicas sertanejas.


Kauan conta que até os 15 anos já havia gravado dois discos solo, mas queria ter uma dupla sertaneja. Tentou algumas parcerias que acabaram não dando certo, foi a partir daí que decidiu aos 18 anos mudar-se para os Estados Unidos, onde morou por um ano. Lá também surgiu a oportunidade de formar mais uma dupla em sua carreira, mas a saudades dos irmãos e da mãe o fez voltar, foi quando ao chegar no Brasil deparou-se com seu irmão de 13 anos, Matheus, cantando e compondo belíssimas canções.

A partir desse momento Kauan começa a perceber o que era obvio e que sempre foi alertado pelo tio Vicente Aleixo: “a dupla está dentro de casa”. Porém com a pouca idade de Matheus, a realização do sonho só aconteceu dois anos depois. Em 2010 a dupla Matheus e Kauan estava oficialmente formada com o apoio familiar gerado pelo elo de amor e a união, entre dois irmãos com a mesma vontade de cantar e encantar superando as dificuldades da vida e decidiram que seguiriam a carreira juntos.


Para colocar o projeto em pratica a mãe vendeu o carro e a dupla grava seu primeiro CD de apresentação que acabou rendendo a eles a contratação pelo escritório AudioMix .

Apesar de muito jovens – Matheus nasceu em 1994 e Kauan em 1988 – a dupla também é conhecida no cenário musical por conta do seu repertório de sucessos que já foram gravados por grandes artistas. A lista inclui Jorge e Mateus, parceiros de escritório que gravaram “Na Hora que Você Chamar”; “Coisas de Quem Ama”e “Vai Entender”. Luan Santana escolheu sete músicas de Matheus para seu repertório inclusive “Tudo que Você Quiser” que o premiou como a música do ano em 2014 no Prêmio Multishow. Michel Teló com “Se Tudo Fosse Fácil” e Bruno e Marrone com “Tiro e Queda”, também estão na lista de artistas que gravaram os hits. Além João Neto e Frederico que gravaram 10 músicas da dupla.


Matheus e Kauan vem conquistando seu espaço no mundo sertanejo com suas canções, vozes e talento, e a cada dia realizando o sonho de fazer parte dessa história.


Para saber mais de Matheus & Kauan, acompanhe as redes sociais:
Facebook: http://www.facebook.com/matheusekauan
Twitter: @matheusekauan
Instagram: @matheusekauan_
Youtube: www.youtube.com/mekcanal e www.youtube.com/MatheusKauanVEVO



FONTE

http://matheusekauan.com.br/biografia/

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ana Vilela


Uma música voz e violão está circulando em grupos do WhatsApp e a pergunta “quem canta essa música?” tem sido feita com frequência. A dona da melodia calma e da voz doce é Ana Vilela, jovem de 18 anos, moradora de Londrina, Paraná. “Trem-Bala” foi composta em uma tarde.


“Fiz em um momento caótico da minha vida, há uns dois meses. Desliguei o celular e saiu. Depois acabei mandando para uns amigos, que gostaram e enviaram para outros amigos. Foi então que encontrei um vídeo no Youtube com o título ‘Quem canta essa música?’ e várias visualizações”, conta Ana.


Ela trabalha auxiliando aulas de música em um projeto social de Londrina. A jovem compõe há quase cinco anos, desde os 12 toca violão e com 14 se apresentava em um shopping da cidade. Mas o amor pela música vem de antes, quando ainda era criança.

“Eu amo música e espero continuar fazendo isso. Fazer música sempre foi meu sonho desde muito cedo. Quero levar outras composições para as pessoas”, diz.


Ainda no anonimato, já que a música ganhou as redes, mas não tem o nome da compositora, Ana conversa com o tio músico sobre projetos futuros e quer subir mais músicas para o canal do Youtube. Em seu perfil do Instagram e do Facebook, ela está recebendo muitas mensagens.

Nos comentários dos vídeos, Ana tem recebido elogios e está sendo comparada com Mallu Magalhães.
FONTE

http://www.correiodoestado.com.br/variedades/musica-que-esta-circulando-no-whatsapp-e-de-jovem-de-18-anos/289613/

Lilhan Gonçalves



Um pouco de música com Lilhan Gonçalves.

INTERESSES
Outros artistas que gostamos
Trajeto 2, Bella xu, Junior e Rodrigo, Léo verão & Daniel Freitas


INFORMAÇÕES DE CONTATO
@Lilhaan




MAIS INFORMAÇÕES
Local atual
Dourados


Gênero
Eclético


Cidade natal
Naviraí MS


Sobre
Lilhan Gonçalves, Cantora, casada, mamãe do Theo! 22 anos, Dourados/MS. Apaixonada por musica


Covers semanais!



FONTE

http://fersabo.blogspot.com.br/2013/10/ensaio-fotografico-lilhan-goncalves_2.html

https://www.insgy.com/user/lilhaan/184778739

domingo, 16 de outubro de 2016

Zé Neto & Cristiano


A infância compartilhada e a paixão pela música não podia ser diferente. 
Zé Neto & Cristiano foram criados na zona rural e foi lá que a música começou a fazer história na vida dos artistas. Sob influência Zé Neto desde criança esteve envolvido com a música sertaneja, já Cristiano começou carreira na música gospel.


José Toscano Martins Neto (Zé Neto) sempre esteve envolvido com a música sertaneja raiz, influenciado pela família e tendo como referência duplas como João Paulo & Daniel, Zezé di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo, Zé Neto enxergava em cada canção um estilo de vida a ser seguido.

Irineu Táparo Vaccari (Cristiano) entrou no mundo da música através da igreja, desde criança sempre fez parte corais.


Os dois nasceram em São José do Rio Preto e moram no mesmo bairro desde criança. Em 2011 Zé Neto e Cristiano se juntam na parceria pela busca de um mesmo sonho, cantar.


Dos barzinhos aos grandes palcos, Zé Neto & Cristiano assinaram no início de 2014 com a WorkShow, escritório de agenciamento artístico que tem em seu cast Henrique & Juliano, Marcos & Fernando, Maiara & Maraísa e Marília Mendonça. 


Sob os cuidados do empresário musical Wander de Oliveira, os sertanejos seguem os mesmos passos que a dupla que “arrastam multidões”, padrinhos de Zé Neto & Cristiano. 

Em maio deste ano a dupla gravou o primeiro DVD da carreira, São José do Rio Preto-SP foi palco de um mega show que contou com a participação de Henrique & Juliano, Humberto & Ronaldo e Marília Mendonça.


"Um sonho somente vira realidade se a gente levanta e corre atrás!"
Zé Neto & Cristiano




FONTE

http://www.zenetoecristiano.com.br/

Love Songs: as músicas mais pedidas em diversos momentos do casório


Criar a lista de músicas do casamento é divertido, mas dá um trabalhão. Durante a cerimônia, a trilha permeia todos os momentos marcantes, da entrada da noiva à troca de alianças, e ainda há os hits que animarão a festa. O planejamento requer pesquisa e, muitas vezes, ajuda profissional. Vale também pedir aquela força para os amigos que acompanharam a vida dos pombinhos.

Se os noivos quiserem apostar nas músicas da moda, devem levar em consideração se importa ou não que seu impacto seja passageiro. Buscar "playlists" já prontas em sites especializados, como UOL Música Deezer, Spotify e Kboing, é uma alternativa. Na hora de contratar músicos e DJs, procure os que, além de possuir amplo acervo e boas referências, estejam abertos a ouvir sugestões do casal. Ainda está em dúvida? O UOL traz os "top 10" de cinco momentos do casório. Elas estão em listas no decorrer do texto e podem ser ouvidas.

Lá vem a noiva

Das duas versões instrumentais da "Marcha Nupcial", a preferida é a do compositor alemão Felix Mendelssohn (1809-1847). A segunda foi composta pelo maestro Richard Wagner (1813-1883). Para as cerimônias evangélicas seria possível fazer uma lista só com os louvores do cantor Thalles Roberto, com destaque para "Nada Além de Ti": as canções são românticas e falam da fé nas promessas de Deus.


Hora do "sim"

Para a atual geração de noivos, o tema do filme "A Bela e a Fera" (1991), da Disney, é um dos mais nostálgicos e pedidos. Abordando a redenção do monstro pelo amor, a versão mais tocada é a instrumental. Para os que preferem músicas mais atuais, "Let It Go", da animação "Frozen" está bem cotada desde 2014.


Uma dica: se os noivos optarem por canções em outras línguas é interessante compreender a letra para evitar gafes como, por exemplo, embalar um momento de alegria com uma canção que fale de tristeza e decepção. Ao escolher a igreja, também é bom checar se há restrições quanto à trilha sonora.

Bons momentos do casal

Pense em uma composição apaixonante, que fale da trajetória do casal para os amigos e familiares de maneira alegre e impactante. Quem nunca assistiu ao filme "Shrek - 2", com o casal de ogros fofos correndo por um campo florido ao som de "Accidentally In Love" (Counting Crows)? 


Mas se ela não fez parte da sua vida, que tal escolher uma música mais personalizada? Quer que todo mundo entenda? Aposte em uma bela canção nacional, como "Por Você" (Barão Vermelho).


Tradição: a valsa com o pai

Um dos mais ternos e comoventes momentos da festa de casamento é a clássica valsa da noiva com seu pai. Antigamente, este rito simbolizava os últimos momentos dos dois, antes do pai entregá-la à vida de casada.


No entanto, hoje em dia a dança evoluiu para uma brincadeira com diferentes significados para cada família. Há quem invista em um grande número de performances e outros que não se arriscam além da tradicional repetição "dois pra lá, dois pra cá".


Entre as músicas que exprimem um significado especial para o momento estão: "Daughters" (John Mayer), "My Little Girl" (Tim McGraw), "My Girl" (The Temptations) e uma profusão de baladas de Billy Paul e Stevie Wonder.

É festa!

Com ares praianos e muita energia, os trabalhos de artistas como Kygo, OMI, Klingande têm feito sucesso nas festas de casamento. 


Mas músicas com ritmos mais carnavalescos, a exemplo de "Taj Mahal" (Jorge Ben) não podem faltar, bem como aquela sessão nostalgia recheada de hits da era Disco – "September" (Earth, Wind & Fire) - e do brega, de Sidney Magal (não negue: todo mundo espera por "Sandra Rosa Madalena"). 


Agora, se a ideia é festejar na fazenda ou em épocas mais frias do ano, os temas que se relacionam com a natureza e estão em alta.


Algumas apostas mais calminhas são "Harvest Moon" (Neil Young) e "Autumn in New York" (Billie Holiday).

SUGESTÕES DIÁRIO DA MÚSICA





E OUTRAS... AQUI






















FONTE

http://estilo.uol.com.br/casamento/noticias/redacao/2016/10/16/love-songs-as-10-musicas-mais-pedidas-em-diversos-momentos-do-casorio.htm

http://mdemulher.abril.com.br/familia/claudia/musicas-mais-pedidas-em-casamentos