terça-feira, 27 de junho de 2017

Diário da Música ♪♫: Coldplay


Diário da Música ♪♫: Coldplay volta ao Brasil em novembro. Banda britânica que esteve no Brasil em 2016 deve retornar ao país no início de novembro (2017)

Banda se apresentou no Rock in Rio de 2011. (foto: Rodrigo Esper/Grudaemmim)

Chris Martin, Guy Berryman, Jonny Buchland e Will Champion parecem gostar mesmo do Brasil. Os quatro formam o grupo Coldplay e estão cotados para retornar ao país para apresentações em novembro. A informação é do jornal Destak. Prestes a lançar o EP Kaleidoscope, no dia 14 de julho, o grupo volta ao país após passagem em abril de 2016. Segundo a publicação, cidades e locais ainda estão sendo definidos.


O último lançamento deles foi o single All I can think is about you. Antes disso, eles lançaram a música Something just like this, em parceria com o duo de música eletrônica The Chainsmokers. 

All I can think is about you

Something just like this

Em sua última passagem pelo Brasil, o Coldplay se apresentou em estádios lotados em São Paulo e Rio de Janeiro com a turnê do disco A head full of dreams (2015). Antes de chegar ao país a banda ainda cumpre agenda de shows na Europa (até julho) e nos Estados Unidos (entre agosto e outubro). 

A head full of dreams



FONTE

http://coldplaybrasil.com/

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Placido Domingo


José Plácido Domingo Embil (Madrid, 21 de janeiro de 1941 é um tenor lírico, músico e maestro espanhol, conhecido por sua poderosa voz de grande flexibilidade, dono de uma técnica vocal impecável, que lhe permitiu cantar diversos papéis de tenor lirico até o dramático. Em março de 2008 ele cantou seu 128º papel operístico, fazendo-se assim o tenor que mais cantou papéis na história, em 2011 chegou ao 134° papel operístico. Um dos Três Tenores, ele também tem conduzindo óperas e concertos, como também servindo de Diretor da Ópera Nacional de Washington, em Washington, Estados Unidos e na Ópera de Los Angeles. Seu contrato em Los Angeles foi estendido até a temporada 2012/3.



Plácido Domingo nasceu perto de Barrio de Salamanca, em Madri, Espanha e mudou-se para o México com seus pais: Plácido Domingo e Pepita Embil, para trabalharem em uma companhia de Zarzuela. Ele estudou piano inicialmente com aulas particulares e passou a estudar no Conservatório de Música Nacional na Cidade do México.


Em 1957, Domingo fez sua primeira performance profissional, apresentando-se com sua mãe em um concerto em Mérida, Yucatán. Ele fez sua estréia em uma opera na zarzuela Gigantes e cabezudos de Manuel Fernández Caballero, cantando no papel de barítono. Nessa época, ele trabalhou na companhia de zarzuelas de seus pais, cantando como barítono ou acompanhando os cantores, ao piano. Depois de sua primeira performance, ele cantou um papel menor na produção mexicana de My Fair Lady, onde ele também foi assistente do maestro. A companhia apresentou 185 performances, incluindo produções de The Merry Widow de Franz Lehár, onde ele cantou os papéis de Camille e Danilo.


Em 1959, Domingo participou de audições para a Ópera Nacional do México, como barítono, mas foi pedido a ele, para cantar algumas áreas em tenor. Finalmente, ele foi aceito na Ópera Nacional como tenor e como tutor para outros cantores. Ele estudou piano e condução, mas fez sua estreia em 12 de maio de 1959 em um papel pequeno, no Teatro Degollado em Guadalajara como Pascual em Marina. Essa apresentação seguiu-se com o papel de Borsa em Rigoletto de Giuseppe Verdi, com Cornell MacNeil e Norman Treigle e Padre Confessor em Dialogues des carmélite, de Francis Poulenc.


Em 1961, ele fez sua estreia operística, no papel de Alfredo em La Traviada (Giuseppe Verdi) no Monterrey e, posteriormente, no mesmo ano, fez sua estreia nos Estados Unidos, com a Ópera Cívica de Dallas, onde ele cantou o papel de Arturo em Lucia di Lammermoor de Gaetano Donizetti, ao lado de Joan Sutherland, no papel título.

Em 1962 ele voltou ao Texas, para cantar o papel de Edgardo em Lucia di Lammermoor, com Lily Pons na Ópera Fort Worth[6]. No fim de 1962, ele assinou um contrato de seis meses com a Ópera nacional de Israel em Tel Aviv, mas acabou estendendo seu contrato e ficou dois anos e meio na companhia, cantando em 280 performances de 12 papéis diferentes.


Em junho de 1965, após terminar seu contrato com a Ópera Nacional de Israel, Domingo foi participar de uma audição na Ópera da Cidade de Nova Iorque para fazer sua estreia em Nova Iorque, como Don Jose em Carmen, de Georges Bizet, mas sua estreia veio quando ele foi convidado para substituir um tenor doente, no último minuto, numa produção de Madama Butterfly, de Giacomo Puccini. Em 17 de junho de 1965, Domingo fez sua estreia em Nova Iorque como Pinkerton na Ópera da Cidade de Nova Iorque. Em fevereiro de 1966, ele cantou o papel título de Don Rodrigo, de Alberto Ginastera, em sua première nos Estados Unidos na Ópera da Cidade de Nova Iorque, sendo muito aclamado. A performance também marcou a inauguração do Lincoln Center como nova residência da Companhia.
Plácido Domingo (1979)

Sua estreia oficial no Metropolitan Opera House, em Nova Iorque, ocorreu em 28 de setembro de 1968, quando ele substituiu Franco Corelli, na produção de Adriana Lecouvreur de Francesco Cilea, cantando ao lado de Renata Tebaldi. Antes de Adriana Lecouvreur, ele cantou em performances para o Metropolitan Opera no Lewisohn Stadium, nas produções de Cavalleria rusticana de Pietro Mascagni e Pagliacci de Ruggiero Leoncavallo em 1966. Desde então, ele participou de 21 aberturas de temporadas, no Met, superando o record anterior, que era de Enrico Caruso, com quatro. Ele fez sua estreia na Ópera Estatal de Viena em 1957, na Ópera Lírica de Chicago em 1968 e no Teatro alla Scala e na Ópera de São Francisco em 1969, na Companhia de Ópera Lírica da Filadélfia em 1970 e no Covent Garden em 1971. No mesmo ano, ele cantou o papel de Mario Cavaradossi em Tosca, de Giacomo Puccini no Metropolitan Opera House e continuou cantando esse papel por muitos anos, de fato, mais do que qualquer outro papel.


Domingo também conduziu nessa época, como La Traviata de Giuseppe Verdi, em 7 de outubro de 1973 na Ópera da Cidade de Nova Iorque com Patricia Brooks. Em 1981, Domingo ganhou um notável reconhecimento fora do mundo erudito pela sua gravação da música "Perhaps Love", ao lado do cantor americano John Denver.

Em 19 de setembro de 1985, o mais terremoto da história do México devastou parte da sua capital. Uma tia, um tio, seu sobrinho e a filha mais nova de seu sobrinho foram mortos na queda de um bloco de apartamentos. Domingo ajudou no resgate as vítimas e no ano seguinte, fez concertos beneficentes para as vítimas.

Da metade da década de 1990 até o começo de 2008, Domingo já havia adicionado 38 novos papéis, de seis diferentes idiomas (inglês, italiano, francês, alemão, russo e espanhol) ao seu repertório, entre eles: Figaro de Il barbiere di Siviglia de Gioachino Rossini, Idomeneo de Wolfgang Amadeus Mozart, Parsifal de Richard Wagner, Siegmund de Die Walküre de Richard Wagner, Danilo de The Merry Widow de Franz Lehár e Cyrano de Cyrano de Bergerac de Franco Alfano. A última ópera italiana do tenor foi Tamerlano de Georg Friedrich Händel.

Dando-lhe o reconhecimento internacional ainda maior fora do mundo da ópera, ele participou do concerto Os Três Tenores, às vésperas da Copa do Mundo de Futebol de 1990, em Roma, ao lado dos tenores José Carreras e Luciano Pavarotti. O evento foi feito com a intenção de arrecadar fundos para a Fundação Internacional de Leucemia de José Carreras e foi repetido inúmeras vezes, incluindo no encerramentos das Copas seguintes (1994 em Los Angeles, 1998 em Paris e 2002 em Yokohama). Sozinho, Domingo fez uma aparição no encerramento da Copa do Mundo de 2006, em Berlim, ao lado da soprano Anna Netrebko e do tenor Rolando Villazón. Em 24 de agosto de 2008, Domingo apresentou-se com Sonz Zuying, cantando Ài de Huoyàn na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Verão de 2008, em Pequim.

Em 1996, nos Estados Unidos, interpretou Peri de Il Guarany, de Carlos Gomes, na Ópera de Washington, sob regência de Jonh Neschling.

Na chamada "jogada do fim da carreira", Domingo anunciou em 25 de janeiro de 2007 que em 2009 ele cantaria um dos papéis mais exigentes para barítono de uma ópera de Giuseppe Verdi, cantando o papel título Simon Boccanegra. A primeira performance foi na Ópera Estatal de Berlim, em 24 de outubro de 2009, seguido por outros 29 espetáculos na temporada 2009/10 nas casas de óperas mais importantes do mundo. Ele, no entanto, continuou a cantar papéis de tenor, depois das performances.


Em 16/17 de abril de 2008, ele cantou durante a visita do Papa Bento XVI no Parque Nacional e a Embaixada Italiana em Washington. Desde 1990, Plácido Domingo recebe muitos prêmios e honras por suas conquistas em sua longa carreira na música e por seus concertos beneficentes.

No dia 15 de março de 2009, o Metropolitan Opera House prestou homenagem aos 40 anos de carreira de Domingo com um jantar de gala, comemorando também sua estreia em Adriana Lecouvreur como Maurizio, ao lado de Renata Tebaldi, em 28 de setembro de 1968.

Em 29 de agosto de 2009 ele cantou Panis Angelicus na missa de funeral do Senador Ted Kennedy, na Basília de Boston, em Massachusetts.

Domingo no Oscar 2009.



FONTE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%A1cido_Domingo

http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/aos-75-anos-tenor-placido-domingo-encanta-o-mundo-com-sua-voz/4753041/

domingo, 18 de junho de 2017

Will You Still Love Me Tomorrow?





"Depois do silêncio, aquilo que mais aproximadamente exprime o inexprimível é a música."

Esta frase de Aldous Huxley fez-me pensar na força que a música tem como expressão, sintetizando sentimentos e épocas, modificando-se, evoluindo. Valendo-me deste conceito mutatório foi que surgiu a ideia de fazer uma comparação entre a música em seu original e a mesma em sua releitura. Nascia aí mais uma sessão do blog! Na primeira postagem falei sobre o clássico disco de Gloria Gaynor "I Will Survive", na segunda sobre Is This Love, na terceira divaguei na extraordinária The Mercy Seat, na quarta falei da romântica Lovesong, na quinta deslindei a nela Wonderwall e, hoje, falarei da tocante Will You Still Love Me Tomorrow?

Existem músicas que falam alto a alma, não importa quanto tempo se passe. Este é o caso de Will You Still Love Me Tomorrow?, selecionada pela Rolling Stone Magazine como uma das 500 Melhores Canções Já Feitas em 125º lugar. A composição do casal Carole King e Gerry Gofin fixa-se na visão de uma garota que, após ter dormido com o seu amado, pergunta-se sobre o amanhã.

Em 1960 o grupo feminino The Shirelles fez a primeira gravação da música. A canção que de início encontrou uma resistência das rádios - por seu contexto sexual - transformou-se em hit, tendo levado o The Shirelles ao status de primeiro grupo feminino a ter sua música no 1.º Lugar das Paradas da Billboard. Assim, por ter este caráter atemporal, fica fácil de notar o porquê desta música possuir versões sendo realizadas até hoje. Perante tal, selecionei 10 regravações dos mais variados estilos, que considero merecerem destaque.

A Original:

Will You Still Love Me Tomorrow?
The Shirelles

- Dirty Dancing não seria o mesmo sem esta na trilha sonora! -

As Regravações (em ordem cronológica):

Will You Still Love Me Tomorrow?
Dusty Springfield

- Ela é tão doce que fica impossível não gostar. -


Will You Still Love Me Tomorrow?

Françoise Hardy

- O arranjo feito em 1969 ainda soa atual. -


Will You Still Love Me Tomorrow?
Carole King


- A mais emocional das versões, tom que só a compositora poderia dar. -

Will You Still Love Me Tomorrow?
Smokey Robinson & The Miracles

- No ritmo sexy da Motown. -

Will You Still Love Me Tomorrow?
Elton John

- Deste só há a versão ao vivo, já que se trata de uma apresentação do Sir. Elton John, primeira após sua cirurgia nas cordas vocais. -


Will You Still Love Me Tomorrow?
Bryan Ferry


- Adoro a voz dele, ficou perfeita na música. -


Will You Still Love Me Tomorrow?
Amy Winehouse


- Amooo de paixão esta versão! Adoro o sabor Jazz incluso. -


Will You Still Love Me Tomorrow?
Lykke Li


- Outra versão mais emocional. -


Will You Still Love Me Tomorrow?
The Like


- Mega Ultra Cute! -


Will You Still Love Me Tomorrow?
Jame Durbin


- Trata-se de uma Apresentação do American Idol, adorei o à capela do início. -

De qual vocês mais gostaram: 
Da Original ou de Alguma das 10 Versões?

FONTE

http://nascidaemversos.blogspot.com.br/2011/04/original-x-regravacoes-will-you-still.html

Ainda temos a interpretação de:
  • Leslie Grace

  • Human Nature
  • Norah Jones
  • Bee Gees (31/10/1995)
  • Bryan Ferry

  • Gloria Estefan, Trisha, Emeli (2013)
  • Maggie Rose

  • Willie Nelson e Carole King




segunda-feira, 12 de junho de 2017

Top 100 Músicas Românticas Internacionais


Top 100 Músicas Românticas Internacionais Inesquecíveis (De Todos os Tempos Até 2017): Confira a 1a Edição de 2016 do primeiro ranking de músicas românticas internacionais, onde você poderá ouvir através do player acima a maior sequência de músicas românticas antigas que marcaram época até 2016. Isso mesmo, ranking completo de músicas incluindo também alguns dos melhores lançamentos de novas músicas românticas internacionais de 2016! Não deixe de conferir os demais edições de playlists aqui no Músicas Mais Tocadas www.musicasmaistocadas.mus.br no menu “Temas – Músicas Românticas“.


O ranking Top Músicas Românticas Internacionais será atualizado mensalmente. Participe conosco comentando abaixo o que achou e sugerindo músicas internacionais românticas via comentários abaixo com o Google+. E confira abaixo a lista completa com o nome de todas as músicas do primeiro ranking da Música Romântica Internacional:


Posição Top 100 Músicas Românticas Internacionais (Todos os Tempos Até 2017)
aqui

1 Celine Dion – My Heart Will Go On

2 Whitney Houston – I Will Always Love You

3 Lara Fabian- Love By Grace

4 The Beatles – Hey Jude

5 Bee Gees – How Deep Is Your Love

6 Whitney Houston – I Have Nothing


7 Christina Perri – A Thousand Years

8 Adele – Someone Like You

9 Bon Jovi – Always

10 Righteous Brothers – Unchained Melody 

11 Berlin – Take My Breath Away

12 Bonnie Tyler – Total Eclipse Of The Heart

13 Harry Nilsson – Without You

14 Adele – Hello (Música Lançamento 2016)

15 Beyoncé – Halo

16 Imagine – John Lennon

17 John Legend – All of Me

18 Ellie Goulding – Love Me Like You

19 Sarah Mclachlan – Angel 

20 Toni Braxton – Un Break My Heart

21 Bryan Adams – Heaven

22 The Calling – Wherever You Will Go

23 Hoobastank – The Reason

24 Britney Spears – I’m Not A Girl, Not Yet A Woman

25 Toni Braxton – How Could An Angel Break My Heart

26 Avril Lavigne – I’m With You

27 Demi Lovato – Skyscraper

28 Because You Loved Me – Celine Dion Live in Memphis
29 Michael Jackson – You Are Not Alone
30 Guns N’ Roses – November Rain
31 Aerosmith – I Dont Want To Miss a Thing 
32 Jennifer Rush – Power Of Love
33 Ed Sheeran – Thinking Out Loud 
34 Kelly Clarkson – Because Of You
35 Laura Pausini – La Soledad
36 Eminem – Love The Way You Lie (Feat. Rihanna)
37 Evanescence – My Immortal
38 Elton John – Sacrifice
39 James Blunt – You’re Beautiful
40 Coldplay – The Scientist
41 Sam Smith – I’m Not The Only One
42 Katy Perry – Unconditionally
43 Justin Bieber – Love Yourself
44 James Blunt – Same Mistake
45 Ed Sheeran – Photograph
46 Rihanna – Diamonds
47 Bruno Mars – Just The Way You Are
48 P!nk – Just Give Me A Reason (Feat. Nate Ruess)
49 Katy Perry – Firework
50 Naughty Boy – Runnin’ (Lose It All) (Feat. Beyoncé, Arrow Benjamin)
51 Zayn – Pillowtalk
52 Halsey – Colors (Música Lançamento 2016)
53 Linkin Park – Numb
54 Little Mix – Secret Love Song (Feat. Jason Derulo) (Música Lançamento 2016)
55 One Direction – Perfect
56 Justin Bieber – I’ll Show You
57 Shawn Mendes -I Know What You Did Last Summer (Feat. Camila Cabello) 
58 Jessie J – Flashlight
59 Nathan Sykes – Over And Over Again
60 Shania Twain – You’re Still The One
61 Maroon 5 – She Will Be Loved
62 Lady Gaga – Til It Happens To You
63 Brian McKnight – Back At One
64 Lukas Graham – 7 Years
65 Kygo – Firestone (Feat. Conrad Sewell)
66 The Chainsmokers – Roses (Feat. Rozes)
67 Scorpions – Love Of My Life
68 Backstreet Boys – I Want It That Way
69 Alexandra Burke – The Silence
70 Charlie Puth – One Call Away
71 Taylor Swift – Blank Space
72 Adele – Rolling in the Deep
73 Rihanna – California King Bed
74 Oasis – Wonderwall
75 Ellie Goulding – Army (Música Lançamento 2016)
76 Mariah Carey – My All
77 Christina Aguilera – Hurt
78 Alicia Keys – Girl On Fire
79 Lana Del Rey – Young And Beautiful
80 One Direction – You & I
81 Celine Dion – I Love You
82 Rachel Platten – Fight Song
83 Jason Mraz – I’m Yours
84 Peter Cetera & Crystal Bernard – I Wanna Take Forever Tonight
85 Dirty Dancing – Time of my Life
86 David Guetta – Without You (Feat. Usher)
87 Coldplay – Fix You
88 Fergie – Big Girls Don’t Cry
89 Meghan Trainor – Like I’m Gonna Lose You (Feat. John Legend)
90 Alanis Morissette – Uninvited
91 Jason Mraz – 93 Million Miles
92 Nelly – Dilemma (Feat. Kelly Rowland)
93 Lifehouse – You And Me
94 Katy Perry – The One That Got Away
95 Westlife – Nothing Gonna Change My Love For You
96 Goodbye – Air Supply
97 Phil Collins – I Wish It Would Rain Down
98 The Bangles – Eternal Flame
99 Alan Jackson – I’ll Try
100 Elton John – Can You Feel The Love Tonight 

Você conferiu acima as 100 belíssimas músicas românticas internacionais mais tocadas de todos os tempos e é claro, incluindo os melhores lançamentos da música romântica de 2016. Músicas que fizeram sucesso nos cinemas, nos melhores filmes românticos e as músicas mais tocadas nas rádios do mundo todo. E o melhor, nossa equipe irá atualizar esse playlist sempre com o que há de melhor em música romântica internacional mensalmente. Ouça pelo playlist acima toda as músicas.


E nada melhor que relembrar os grandes sucessos de músicas românticas internacionais que marcaram época? Músicas inesquecíveis e que fará você viajar no tempo e apreciar belíssimas músicas. O ranking Top Músicas Românticas Internacionais será atualizado mensalmente. Portanto participe conosco sugerindo músicas internacionais românticas via comentários abaixo com o Google+.



Aproveite para ouvir músicas dos demais rankings:

fonte

https://www.musicasmaistocadas.mus.br/top-musicas-romanticas-internacionais/

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Diário da Música ♪♫: Dire Straits Legacy


Diário da Música ♪♫: Dire StraitsPense no seguinte script: oito velhos amigos, já músicos experientes e consagrados, decidem excursionar pelo mundo com o intuito de levantar algum dinheiro e tocar os clássicos de sua antiga banda. O final do filme teria tudo para ser desastroso, obviamente. O enredo, entretanto, tem uma reviravolta quando o tal grupo em questão é o Dire Straits. Phil Palmer, Alan Clark, Danny Cummings, Mel Collins, Andy Treacey, Mickey Feat, Primiano Dibiase e Marco Caviglia, todos ex-integrantes do conjunto britânico, desembarcam em São Paulo nesta quinta-feira, 4, para apresentar o projeto Dire Straits Legacy na capital paulista.

O show deve ser recheado de clássicos que marcaram uma geração. “Acho que o Dire Straits é uma dos nomes mais respeitados da história do rock. Para mim, é uma honra ter feito parte disso”, contou o tecladista Alan Clark à reportagem por telefone.


Foi justamente com Alan Clark nos teclados que o Dire Straits gravou o lendário álbum Brothers in Arms, em 1985. So Far Away, Money For Nothing e Walk Of Life, três dos maiores hits do Dire Straits, contaram com a colaboração do músico. O trabalho foi o divisor de águas na carreira dos ingleses, que, depois disso, alcançaram o estrelato. Mesmo que todas as letras de Brothers in Arms tenham sido escritas por Mark Knopfler (exceto Money For Nothing, fruto de uma parceria entre Knopfler e Sting), Clark lembra com carinho das gravações do álbum. “Foi um grande trabalho.

Acho que a essência do Dire Straits está ali. O Mark Knopfler chamou a responsabilidade e conduziu a sonoridade da banda de forma instigante. Lembro de estarmos focados no trabalho. Queríamos que aquele álbum marcasse época e, de fato, marcou”, lembra Clark.
A ideia de reunir os ex-integrantes começou em 2013, na Itália.

Foram, no total, 5 apresentações pelo país. Todas com ingressos esgotados. A partir dali, Phil Palmer, Pick Withers, Danny Cummings, Jack Sonni, Mel Collins, Marco Caviglia, Primiano Dibase e Maurizio Meo, que integravam a banda à época, viram o quão carente os fãs estavam dos sucessos da banda, que não subia aos palcos desde 2011. Vale lembrar que nenhum dos integrantes originais do Dire Straits (Mark Knopfler, David Knopfler, John Illsley e Pick Withers) integram atualmente o Dire Straits Legacy.

“A diferença sonora é mínima. Quem gosta mesmo de Dire Straits jamais vai achar nosso show ruim. Embora uns mais e outros menos, todos ali fizeram parte do grupo. Considero, sim, esta a primeira passagem do Dire Straits pelo Brasil. Vai ser a realização do sonho de muita gente que queria nos ver, ainda que sem o Mark Knopfler”, afirma Clark.


Depois de se apresentar em São Paulo, o Dire Straits Legacy fará outros quatro shows no Brasil. A banda passará por Porto Alegre (5/5), Florianópolis (6/5), Vitória (11/5), Salvador (12/5) e Recife (13/5).

O Dire Straits Legacy nasceu do amor e paixão pela música de Dire Straits, e sua missão é trazer essa música para os fãs que foram famintos de ouvi-la tocar ao vivo, por um longo tempo. Desde que a banda tocou seu último show na turnê On Every Street em 1991/92, o gênio musical Mark Knopfler prefere deixar as canções de Dire Straits para trás e tocar as suas mais recentes músicas de sua carreira solo. Nós respeitamos isso - ele mudou - mas o fato é: o Mundo pede Dire Straits!

O conceito do Dire Straits Legacy é reunir velhos amigos, membros da Dire Straits que fizeram esses discos icônicos, para que eles possam trazer a música para os fãs, em 2013, os seguintes membros do Dire Straits tocaram juntos novamente sao eles: John Illsley, Phil Palmer, Alan Clark, Mel Collins, Jack Sonni, Danny Cummings, Pick Withers e Chris White.


DIRE STRAITS LEGACY

O NOVO PROJETO
Uma reunião em Milão no verão de 2013 introduziu uma missão para produzir e promover, com paixão de alto nível, música de qualidade. Em sua primeira turnê que teve uma formação de Phil Palmer, Pick Withers, Danny Cummings, Jack Sonni, Mel Collins,Marco Caviglia e Primiano Dibase, Maurizio Meo foi um sucesso incrível com cinco esgotados shows na Itália. Em uma segunda tour, quando John Illsley e Steve Ferrone se juntou à banda para 9 shows de teatros incríveis e a cerimônia final do 97 ° Giro d'Italia quando 20.000 pessoas felizes aplaudiram a banda.

E agora, depois de muitos pedidos para a banda tocar em outros países e em festivais, nos levou a realizar um Tour Internacional nos próximos dois anos.


PHIL PALMER: Diretor Musical - Guitarras & Vocais
Phil se uniu ao Dire Straits em 1990 e tocou na banda cada registro de rua e turnê mundial. Ele é um dos maiores guitarristas do mundo, tendo tocado em mais de 450 álbuns e excursionou com uma lista de alguns dos maiores artistas do mundo, que é muito longo para mencionar; Ele também foi membro da banda de Eric Clapton junto com seus colegas do DS Legacy Alan e Steve.

ALAN CLARK: Piano, Órgão Hammond e Teclados
Alan entrou para Dire Straits em 1980, tornando-se o primeiro e principal tecladista em tour e gravacões. Ele também co-produziu o "On Every Street "com o Knopfler. Ele tocou e gravou com muitos outros artistas e era um membro da banda de Eric Clapton por diversos anos, enquanto Dire Straits fez uma pausa, e foi o diretor musical de Tina Turner no melhor momento de sua carreira.

DANNY CUMMINGS: Percussões e Vocais
Danny juntou-se ao Dire Straits como seu percussionista em 1990 e tocou no álbum On Every Street e tour. Fora de Dire Straits, ele trabalhou com muitos grandes artistas, incluindo Tina Turner, George Michael, Bryan Adams, Pino Daniele, e foi o baterista em Mark Knopfler durante vários anos.

MEL COLLINS: Sax
Mel entrou para Dire Straits em 1982 e tocou no Love Over Gold álbum e turnê, e o Twisting by the Pool. Ele também tocou Com uma enorme lista de artistas / bandas incluindo o Stones, Camel, Eric Clapton, Joe Cocker, Tears for Fears e muitos outros, e como um membro original de King Crimson, fez recentemente uma turnê mundial com a banda.

ANDY TREACEY: Bateria
Como um dos bateristas mais bem sucedidos do Reino Unido, Andy fez turnês e gravou durante os últimos 20 anos com muitos artistas, tocando em locais intimistas, arenas e estádios, e trabalhando como músico de sessão em alguns dos estúdios mais famosos em todo o mundo mundo. Claro, ele é mais conhecido por seu trabalho como baterista e MD para o imensamente bem sucedido, touring internacional banda 'Faithless. - Moby - DJ Fresh - Groove Armada - Dido - Robbie Williams - M.J.Cole - As Sementes de Raios - Ronnie Wood - John Squire (Rosas de Pedra) - Galliano - A banda de Frank Zappa.

MICKEY FEAT: Bass
Mick tem um longo histórico de estúdio e créditos ao vivo que incluem David Gilmour, Van Morrison, Arte Garfunkel, Alvin Lee, Barry Gibb e Justin Hayward. Ele foi apresentado em muitos best-sellers no Icônico 'Island' gravadora de seu tempo como baixista da empresa. Trabalhou extensivamente em projetos de solo de Mark Knopfler e foi caracterizado no trabalho ganhando grammy de Mark com Tina Turner e Willy De Ville.

PRIMIANO DIBIASE: Teclados
Também um romano, Primiano é um procurado, talentoso tecladista que já tocou em muitos discos e com muitos artistas, incluindo Richard Bennett, Steve Phillips, Gigi Proietti, Neri Marcorè

MARCO CAVIGLIA: Voz e Guitarra
Apaixonado pela música de Dire Straits e seu mentor musical Mark Knopfler, Marco, nascido em Roma, formou a banda Solid Rock em 1988, e em 1990 excursionou com o lendário bluesman do Notting Hillbillies, Steve Phillips. Mas seu sonho era brincar com seu Dire Straits "heróis", e esse sonho se tornou realidade em 2010 com a DS, e agora com o fantástico line-up que é o DSLegacy.



fonte

http://istoe.com.br/ex-integrantes-do-dire-straits-fazem-show-em-sao-paulo/

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Diário da Música ♪♫: Zé Henrique & Gabriel


Diário da Música ♪♫: Zé Henrique & Gabriel: Zé Henrique & Gabriel são uma das mais importantes duplas de cantores de música sertaneja do Brasil. Têm composições gravadas por artistas consagrados, como Milionário & José Rico, Sérgio Reis, Chico Rey & Paraná, Gian e Giovani, Rick & Renner, Daniel, Rionegro & Solimões, Leonardo, Bruno & Marrone, Zezé Di Camargo & Luciano.

Dupla grava DVD ao lado de ídolos

Em 2016, com 20 anos de carreira e vários sucessos gravados, a dupla Zé Henrique & Gabriel está se preparando para um momento especial.

Na próxima quarta-feira, em Itatiba (a 84 km de SP), os sertanejos gravam o seu quarto DVD. Intitulado "Histórico", o trabalho terá a presença de dez convidados, entre eles grandes nomes do gênero, como as duplas Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Daniel e Paula Fernandes.

"Nós temos dez discos gravados e três DVDs, mas há canções que apresentamos em nossos shows porque marcaram a nossa carreira", conta Zé Henrique.

Ele se lembra de "Instinto Animal", "O que Combina Comigo É Você" e "Morro de Saudade".

Instinto Animal

O que Combina Comigo É Você

Morro de Saudade

Em São Paulo, a dupla ficou entre as mais tocadas das rádios com a faixa "Só a Noite Sabe Dizer".

Só a Noite Sabe Dizer

Em 2017...

Zé Henrique & Gabriel – Você Fez Tudo Certo (Part. Henrique & Juliano)